Seok Joung

Restaurante Coreano


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A Coréia do Bom Retiro no Seok Joung

Definitivamente amo o bairro do Bom Retiro em São Paulo. É o mais velho, o mais novo, o judeu ortodoxo, o oriental, o turista, o morador, o trabalhador, o muito pobre e o muito rico. Tudo ali, transitando loucamente entre centenas de lojas de roupas, mercadinhos, prédios antigos e restaurantes aos montes, todos igualmente multiculturais. Tendo navegado por boa parte deles, percebi que ainda não tinha provado nenhum dos coreanos da região, um sacrilégio se considerar que a imigração é marcante e domina o famoso circuito de confecções do bairro. Então, por uma querida indicação, rumei ao Seok Joung, sinceramente sem saber muito o que esperar.

Vamos fazer um exercício para provar nossa limitação culinária: pensando em comida coreana, você pensa em? No meu caso, nada. E no seu? Por puro desconhecimento e permanência na zona de conforto alimentar, nunca tinha entrado em um restaurante coreano até me deparar com a simpatia e simplicidade do Seok Joung.

O ambiente é amplo e funcional, um longo salão iluminado com cores claras e detalhes em madeira. Já aconchegou logo de cara.

Detalhe de um lindo e trabalhado biombo que não chega a separar o ambiente, mas deixa um espacinho mais reservado nos fundos.

Vamos ao cardápio, folheadas eternas de um “que p… é essa” sem fim. Não pelo idioma (a modernidade nos permite o menu em coreano, português em inglês, obrigada), mas sim pela infinidade de combinações de dar água na boca, com ingredientes bem conhecidos do paladar brasileiro.

Antes de dizer quais foram os pratos escolhidos, uma pausa para a foto da mesa. Estávamos em quatro pessoas, contudo havia comida para o dobro! E o pior (ou melhor) é que não sobrou nada além de mim para contar a história.

Por indicação do garçom (muito atencioso) iniciamos com o carro-chefe da casa, o Seok JoungBulgogui, vulgo churrasco coreano, com uma infinidade de acompanhamentos junto.Conservas de nabo, acelga (super picante, incrivelmente gostosa) e outras verduras, além de massa de peixe, macarrão de arroz e uma omelete com verduras. Ah, e uma sopa que pelo “jeitão” lembra o missoshiro, porém o sabor não lembra nada. E isso só era o começo da experiência.

Quando os pratos foram chegando, gamei na delicadeza desta tigela de arroz individual, para que cada comensal se servisse à vontade. E minha vontade era de ter uma em casa. Ponto extra para a atenção ao servir, afinal a riqueza mora nos detalhes.

Junto com o churrasco coreano e sua família de acompanhamentos, pedimos outra indicação do garçom, Dor Sot Bi Bim Bap, que para minha felicidade era um risoto típico coreano! Com carne, legumes, algas, raízes e ovo, servidos em uma tigela de pedra quente e preparado na hora.

O preparado na hora é a coisa toda bem quente, com um molho agridoce que o garçom joga por cima e mistura, tipo um mexidão. Para os que curtem mais pimenta, um pote generoso de molho permanece na mesa (para meu deleite).

E o resultado é esse. O nome risoto com certeza alguém “abrasileirou” para tentar chegar perto do que conhecemos como “arroz com tudo dentro”. O arroz é saboroso, os legumes e a carne são temperados e cozidos no ponto certo e o molho não é nem muito doce, nem muito picante (para os que torcem nariz para o agridoce). É um sabor difícil de descrever por fugir do trivial, mas que deixa aquele sabor de fome, sabe? De não querer parar de comer.

Pedimos também (outra indicação do garçom, pasmem) um Re Dop Bap, que seria um risoto de sashimi de salmão. Isso mesmo, churrasco, risoto, agora sashimi e quanta alegria a comida coreana me proporcionava! No começo rateei, afinal, risoto de peixe cru? Será? Mas, pelo “eu garanto” da indicação, me joguei nele e não me decepcionei. É preparado como o anterior, na mesa e na hora, porém o meu espanto e a rapidez do garçom fizeram com que eu perdesse a foto do antes, com ele todo bonitinho. É um pouco mais adocicado do que o outro e com mais coisas cruas, que deixam  ele mais crocante. De novo, é difícil descrever, mas posso atestar que vale muito provar.

Ok, falei do churrasco coreano, mostrei seus parentes, mas e a carne? Deixei o melhor para o final. Que carne deliciosa! É marinada em tempero agridoce, vem bem picadinha em uma chapa de ferro com cebola e cogumelos por cima. Saborosíssima, eu comeria quilos dela com minha querida tigelinha de arroz. É muito bem temperada mesmo, pontos e mais pontos pelo sabor desta carne.

Resumo da ópera coreana: churrasco, risoto e peixe cru. Alguma surpresa para você? Para mim foram marcantes os sabores dos risotos e da carne. Tudo tem aquele leve toque agridoce, ora um pouco mais picante, ora menos. E quanto à nova experiência, 40 reais por pessoa, com bebidas para todos e muita comida. Peça sua indicação ao garçom se por acaso não gostar muito de pimenta ou de sabores agridoces. Já descobri que a culinária coreana é igual a coração de mãe, tem espaço para todos os gostos!

Seok Joung
Rua Correia de Melo, 135 – Bom Retiro
São Paulo/SP
Fone: (11) 3338-0737
Aceita todos os cartões.

publicado em 20/02/2013 por Erika Guardia

Nossos sinceros agradecimentos a Erika Guardia

 

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Jumulok, Restaurante Seok Joung

Agora que acabou carnaval estamos oficialmente inaugurando 2013!
mas antes de tudo isso, hoje vou apresentar mais uma conquista que fiz na semana passada.
Restaurante Seok Joung, já é famoso pela tradição e pelo sabor inclusive  já retratei aqui.
Quem quiser saber mais sobre restaurante é só clicar no link abaixo
Para começar uma cerveja como entrada
pedimos algo para beliscar e o garçon trouxe katugui….!
Banchan completo…
este aqui é Pajeon, panqueca de cebolinha com frutos do mar
serve com molho de soja ganjang temperada com ceblinha e pimenta moída
Prato principal do dia…..
Jumolok, ou carne de boi temperado com óleo de gergelim, sal e pimentado reino.
 frito com cebola e cogumelos…
Que tal?
importante é fritar bem devagar em fogo médio para não queimar.
sabor? claro que esta bom.
carne temperada com óleo de gergelim é sempre gostoso
Pamuchim, cebolinha cortada bem finas temperada com óleo de gergelim, pimenta moída, sal e gergelim torrado
é uma delícia e combina certinho com carnes.
Depois de rodada de carnes agora vamos preparar arroz
pedimos uma porção para fazer bokumbap
Sempre atencioso garçon preparando..
Para fazer é simples, na mesma frigideira, onde é feita a carne, coloca kimchi e frita também
Depois é só colocar arroz e molho gochujang para completar…
Pronto, os coreanos adoram este bokumbap!
se deixar em fogo baixo depois no fundo deixa arroz queimar bem leve que é uma beleza…
Ops! estava esquecendo..
Hemultang, ensopado de frutos do mar ao molho picante
siri, camarão, bacalhau tudo fresco com queijo de soja para terminar bem o jantar
Que tal gostaram?Seok Joung  
Rua Correia de Melo, 135 – Bom Retiro, São Paulo, BR.
+55 11 3338-0737 / 3223-7163
Publicado em 14/02/2013 por João Brazil
Obrigada João, adoramos te ver por aqui!!!


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Seok Joung atrai brasileiros e coreanos fãs de pratos picantes

Dona de um dos restaurantes coreanos mais freqüentados da região defende culinária sem invencionices

DA REPORTAGEM LOCAL

Nos anos 80, a casa de Hea Ja Shin, que na época morava em São Bernardo e ficava atrás da floricultura da família, era ponto de parada dos amigos coreanos que voltavam do litoral.
“Eles traziam peixes, e minha mãe passava tardes preparando. Todos diziam que ela tinha de abrir um restaurante”, conta a filha, Suzana Jiae Cho.
Shin costuma dizer, com um sotaque que mistura coreano, português e inglês -este último aprendido nos anos que ela passou no Canadá, trabalhando em uma lavanderia- que “sabia que sabia cozinhar”, mas, enquanto não precisou “tomar as rédeas da família”, adiou os planos. Foi em 2001, quando o marido morreu e o comércio que o casal havia aberto no bairro do Brás faliu, que ela tomou coragem e comprou o ponto onde hoje comanda o restaurante Seok Joung.
Apesar de o marido não ter visto se concretizar o sonho da mulher, para a filha Suzana foi muito graças a ele que o lugar engrenou. “Meu pai tinha muitos amigos na colônia coreana.
Logo que abrimos eles começaram a lotar o restaurante”, diz.
Entre os pratos mais pedidos, estão o churrasco coreano, chamado de bulgogi (R$ 25, o individual), e o frango recheado com raízes, castanhas, frutinhas vermelhas e condimentos coreanos, prato conhecido como samguetan (R$ 55, que serve de uma a duas pessoas). O galetinho passa cerca de três horas no fogo e deve ser encomendado um dia antes.
Para os não iniciados na culinária coreana, Suzana avisa: “Minha mãe não abrasileirou os pratos. É preciso gostar de muito alho, de muita pimenta e de tempero forte para vir aqui”.
Especiarias que mãe e filha só compram se forem importadas.
“Se não for tempero coreano, não entra na nossa cozinha.”(PRISCILA PASTRE-ROSSI)


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Seok Joung – autêntica comida Coreana

Já fazia um tempo que queria me aventurar na culinária coreana, no entanto como não conheço muito e não aguento muito comida extra-apimentada, nunca me senti confiante o suficiente para me arriscar sozinha…. Foi então que uma amiga muito querida, desde os tempos da adolescência, retornou na minha vida! Ela tem descendência coreana e com uma super boa disposição foi me apresentar e me ensinar um pouco sobre as delícias coreanas!
Claro! Fomos ao bairro do Bom Retiro! Lá você encontra um monte de opções, são pequenos restaurantes bem familiares, simples e com lindos cardápios!!! Fomos ao SEOK JOUNG! Lugar simples mas adorei quando percebi que estava com a casa cheia e a maioria era famílias coreanas inteiras se divertindo e comendo muito! Só podia ser bom sinal!

Como estávamos em duas pessoas resolvemos pedir dois pratos diferentes e então dividiríamos! Pedimos o DORSOP BIIMPAP (arroz servido mega quente num bowl de pedra com um monte de verduras, carnes com ovo e nori tostado em cima!) A pimenta vem a parte! Vc põe o quanto deseja e depois mistura tudo!!! Não se preocupe é assim mesmo que se come!!! Depois basta se servir!!! A pedra continua o cozimento por um tempo! Criando no fundo uma casquinha gostosa com o arroz!

O Outro prato foi um combinado que vem com um monte de coisinhas típicas e como prato principal (também muito tradicional) veio o BURGOGUI. É uma carne bem fininha, com um tempero adocicado bem particular! Adorei!!!Vem com bastante cebola!! hmmm Alguns dos acompanhamentos eu não aguentei por serem muito apimentados! rs

Uma delícia!!! Agora sem desculpas! Vou procurar me aventurar mais na culinária coreana!

Seok Joung
Rua Correia de Melo, 135
Bom Retiro-São Paulo/SP 
 
Texto Original do Blog snackinbox


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“Nem myon” invade o Bom Retiro

Suzana Cho e sua mãe, Regina, donas do Seok Joung, o restaurante coreano mais antigo do pedaço: destaque para os risotos preparados em panelas de pedra.

Em apenas um quarteirão da rua Correia de Melo, no Bom Retiro, há seis restaurantes coreanos. Nas ruas adjacentes há mais, muito mais. Ao longo da última década, o bairro próximo ao Jardim da Luz, que já foi endereço da comunidade judaica em São Paulo, concentrou o maior número de casas de comida coreana da cidade. Os comerciantes estimam que há por volta de 30 estabelecimentos, se forem incluídos os restaurantes e as pequenas lanchonetes de pratos rápidos.

Um breve passeio pelas calçadas reforça a ideia de que os orientais mandam na área. Há cabeleireiros, mercearias e lojas com dizeres apenas em ideogramas, sem uma palavra de português na fachada. Mas a movimentação ganha ares cosmopolitas ao misturar compradores de moda de todo o país, trabalhadores nordestinos e remanescentes judeus, que andam por ali de quipá numa demonstração de que o passado não se foi por completo.

“O que me trouxe para cá foi essa mistura. O pessoal que frequenta o bairro é muito heterogêneo. Você convive com todas as classes e culturas num só momento”, diz Sandra Valério Silva, do Bistrô da Sara. O porão que ela ocupa e que tem expressiva clientela coreana foi, durante 36 anos, o Buraco da Sara, referência de comida judaica.

Depois que passou às mãos de Sandra, o esquema é um bufê variado com tempero levemente puxado para o asiático. Sandra apimenta alguns pratos, porque sabe que eles gostam e volta e meia compra ingredientes nas mercearias locais. “Acho sensacional o que eles fizeram pelo bairro. Trouxeram vida e modernidade a um lugar que havia envelhecido”.

A gastronomia coreana que se instalou ali oscila entre a cozinha dos imigrantes e misturas inimagináveis. Há casas híbridas que oferecem feijoada e moqueca ao lado de pratos orientais. O conhecimento dos brasileiros sobre a comida da Coreia é escasso e se limita ao burgogui – espécie de churrasco na chapa, às vezes preparado à mesa, e que pode ser feito com carne de vaca, frango ou peixe, marinado em tempero agridoce.

Já nos restaurantes da comunidade, o que faz mais sucesso é o macarrão gelado e as caldeiradas – tipos de sopas variadas, feitas com peixe, fungos, carne ou legumes. As porções são generosas e as entradas, compostas por pequenos pratos – entre sete e nove -, oferecem sashimi (que em vez de shoyo acompanha um molho picante), salada de folhas de gergelim e outros legumes refogados que não fazem parte do nosso cardápio.

Em todas as refeições vai à mesa uma conserva de acelga e nabo temperados. “É o arroz com feijão coreano. Toda a família faz a sua”, explica Suzana Sho, do Seok Joung, que nasceu em São Paulo, mas formou-se em geografia no Canadá antes de entrar no mundo da comida. Ela e a mãe, Regina, cuidam da casa, a mais antiga do bairro, que já era coreana ao ser adquirida pela família em 2001.

Ao contrário de muitos comerciantes, Suzana fala um português perfeito e ajuda a traduzir certas expressões da mãe. O restaurante acabou por ser uma solução para as duas depois da morte do pai, que era conselheiro do consulado, jornalista e militante ativo nas organizações comunitárias. Entre a vida em Seul, Toronto e São Paulo, Regina já havia sido dona de floricultura, butique de noivas, lavanderia, loja de armarinhos e trabalhado em supermercado. Mas como sempre recebeu elogios por seus dotes culinários, resolveu acreditar neles.

No Seok Joung as estrelas do cardápio são os risotos (preparados em panela de pedra, que juntam carne, legumes, algas, raízes e ovos) e o macarrão de batata, o “nem myon”, servido de diversas maneiras. O contraste entre o doce e o picante caracteriza grande parte dos pratos e na mesma mesa é comum que haja frango, porco e peixe.

Decorados de maneira bastante simples, os restaurantes têm em comum, logo na entrada, uma pilha de jornais coreanos, impressos aqui e distribuídos gratuitamente. Dois são religiosos. A comunidade, que chegou dividida em várias levas migratórias, mantém os laços ao compartilhar certas atividades. A prática de golfe e tênis é quase obrigatória, assim como a frequência à igreja, católica ou evangélica. “A comunidade é muito conservadora e fechada”, diz Suzana, que, apesar de ter nascido aqui, tem um longo aprendizado “de como é difícil ser imigrante”.

Uma linguagem muito particular serve de comunicação entre cozinheiros e donos de restaurante. Muitos imigrantes, especialmente os mais recentes, falam pouquíssimas palavras de português. No Daré, por exemplo, Antonio Kim só consegue dizer que está há seis anos no Brasil quando um garçom entra na conversa para ajudar na tradução: “Brasil! Brasil! Quantos anos senhor mora?” – pergunta, gesticulando bastante, numa mistura de teatro e mímica.

O Daré oferece 25 pratos e o cozinheiro, José Maciel, que os prepara diariamente, só sabe identificar qual é qual pelos ideogramas. Ao olhar o cardápio, fica confuso diante das explicações escritas em português e procura os nomes nos caracteres orientais. “Decorei todos eles”, explica, depois. Cearense, aprendeu a cozinha coreana num restaurante da Aclimação e está nela há 14 anos. Nem por isso é grande apreciador dos pratos que prepara. “Não gosto, mas que opção eu tenho?” Se pudesse mudar, o que gostaria de fazer? “Ser patrão”, responde, sério. “Meu sonho mesmo é abrir uma pizzaria”.

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Os Sabores do Mundo

Os sabores do mundo
Temperos e aromas de outros países, pertinho de casa
ACESSÓRIOS para um jantar temático BLOGS para se informar ESPECIARIAS de outras praças LIVROS para preparar os pratos sozinha

edição Ana Holanda

Almoço coreano

Só de pensar na lenda, começo a suar frio: comida muita apimentada e fermentada. Kimchi, uma conserva de vegetais que está em todos os rankings de alimentos mais fe

didos do mundo. Muitas pequenas porções, para dividir com uma mesa cheia de gente conhecida. Sim, na última hora, apareceram bons amigos para compartilhar a empreitada. Chegamos ao restaurante: Seok Joung, no Bom Retiro, em São Paulo.

O bairro, que já foi referência para as colônias judaica e grega, hoje abriga imigrantes coreanos. Nas ruas, muitas placas em ideogramas, indecifráveis para meus olhos ocidentais. Felizmente, o menu tem tradução. Infelizmente, ela não ajuda muito, porque não dá para entender se os pratos são cozidos, assados e que ingredientes exatamente levam. Com exceção da minha mesa, todos os outros clientes são asiáticos. Usam-se palitinhos como na culinária japonesa, mas é diferente: na etiqueta coreana, são usados para empurrar a comida para a colher e para levar arroz à boca.

Quando chegam os pratos, um alívio: a ardência da pimenta está suave e saborosa e a comida é agradável. Arroz, conservas vegetais, peixe frito, churrasco picado na faca, frutos do mar, molhos agridoces, nomes impronunciáveis. Para beber, água e shochu, a tradicional aguardente de cereais coreana, que a mesa toda brinda em copinhos. Saúde! Ou Chukbae!, para entrar no clima e brindar em coreano.

Verônica Mambrini é jornalista em São Paulo e adora provar pratos diferentes