Seok Joung

Restaurante Coreano


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Seokjoung Restaurante Coreano

Seokjoung é o melhor restaurante coreano que visitei. Foi a minha segunda visita e a comida continua deliciosa, com um excelente atendimento, tanto do garçom como da gerência. Minha postagem será um pouco deficiente, porque não sei dizer o nome dos pratos, porque estão em coreano, mas vou dizer em detalhes o que tinha em cada prato.
 Caso deseje visitar a casa, apenas descreva o prato que quer comer para o garçom que ele lhe orientará e também irá sugerir pratos interessantes.
 Sempre vem as tradicionais entradas. Muito bem servidas e deliciosas, com um cheiro e aparência atraentes.

Entradas: Tofu, acelga apimentada, shimeji, verduras, omelete, salda verde e arroz branco.

 
Entrada com os pratos principais

 

 
 

 

 

1° Pedido: Um arroz, com legumes, brotos, carne e macarrão de uma textura fina. O prato vem desmontado, você tem que mexer bem, até ficar com uma aparência de risoto e depois é só se servir.

O prato com os ingredientes sem estarem misturados
Mexendo…

 

Parece um risoto

 

 
 

 2° Pedido: Pedaços de carne de porco com pimentas vermelhas em pedaços, com o tradicional tempero e alguns legumes. 

Carne em pedaços com pimenta
 
 
 
3° Pedido: Sopa bem quente com macarrão, carne, molho de pimenta que ajuda descongestionar qualquer pessoa gripada. Uma delícia para se tomar no frio.
Sopa
Super quente e apimentada
Estávamos em quatro pessoas e foi o suficiente. A casa serve refrigerantes, sucos e chás. A conta não sai cara dividindo entre 4 pessoas.
 
34,75 para cada
 
 
 
No final, melancia para refrescar.
 
A casa
 
Se você quiser conhecer a culinária coreana, eu indicoSeokjoung!
 
Endereço: Rua Correia de Melo, 135 – Bom Retiro. São Paulo.
Telefone: 3338-0737 / 3223-7163
 
Postado por Erika Bolanho (Leona-EBM) às 17:07
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Seok Joung – autêntica comida Coreana

Já fazia um tempo que queria me aventurar na culinária coreana, no entanto como não conheço muito e não aguento muito comida extra-apimentada, nunca me senti confiante o suficiente para me arriscar sozinha…. Foi então que uma amiga muito querida, desde os tempos da adolescência, retornou na minha vida! Ela tem descendência coreana e com uma super boa disposição foi me apresentar e me ensinar um pouco sobre as delícias coreanas!
Claro! Fomos ao bairro do Bom Retiro! Lá você encontra um monte de opções, são pequenos restaurantes bem familiares, simples e com lindos cardápios!!! Fomos ao SEOK JOUNG! Lugar simples mas adorei quando percebi que estava com a casa cheia e a maioria era famílias coreanas inteiras se divertindo e comendo muito! Só podia ser bom sinal!

Como estávamos em duas pessoas resolvemos pedir dois pratos diferentes e então dividiríamos! Pedimos o DORSOP BIIMPAP (arroz servido mega quente num bowl de pedra com um monte de verduras, carnes com ovo e nori tostado em cima!) A pimenta vem a parte! Vc põe o quanto deseja e depois mistura tudo!!! Não se preocupe é assim mesmo que se come!!! Depois basta se servir!!! A pedra continua o cozimento por um tempo! Criando no fundo uma casquinha gostosa com o arroz!

O Outro prato foi um combinado que vem com um monte de coisinhas típicas e como prato principal (também muito tradicional) veio o BURGOGUI. É uma carne bem fininha, com um tempero adocicado bem particular! Adorei!!!Vem com bastante cebola!! hmmm Alguns dos acompanhamentos eu não aguentei por serem muito apimentados! rs

Uma delícia!!! Agora sem desculpas! Vou procurar me aventurar mais na culinária coreana!

Seok Joung
Rua Correia de Melo, 135
Bom Retiro-São Paulo/SP 
 
Texto Original do Blog snackinbox


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“Nem myon” invade o Bom Retiro

Suzana Cho e sua mãe, Regina, donas do Seok Joung, o restaurante coreano mais antigo do pedaço: destaque para os risotos preparados em panelas de pedra.

Em apenas um quarteirão da rua Correia de Melo, no Bom Retiro, há seis restaurantes coreanos. Nas ruas adjacentes há mais, muito mais. Ao longo da última década, o bairro próximo ao Jardim da Luz, que já foi endereço da comunidade judaica em São Paulo, concentrou o maior número de casas de comida coreana da cidade. Os comerciantes estimam que há por volta de 30 estabelecimentos, se forem incluídos os restaurantes e as pequenas lanchonetes de pratos rápidos.

Um breve passeio pelas calçadas reforça a ideia de que os orientais mandam na área. Há cabeleireiros, mercearias e lojas com dizeres apenas em ideogramas, sem uma palavra de português na fachada. Mas a movimentação ganha ares cosmopolitas ao misturar compradores de moda de todo o país, trabalhadores nordestinos e remanescentes judeus, que andam por ali de quipá numa demonstração de que o passado não se foi por completo.

“O que me trouxe para cá foi essa mistura. O pessoal que frequenta o bairro é muito heterogêneo. Você convive com todas as classes e culturas num só momento”, diz Sandra Valério Silva, do Bistrô da Sara. O porão que ela ocupa e que tem expressiva clientela coreana foi, durante 36 anos, o Buraco da Sara, referência de comida judaica.

Depois que passou às mãos de Sandra, o esquema é um bufê variado com tempero levemente puxado para o asiático. Sandra apimenta alguns pratos, porque sabe que eles gostam e volta e meia compra ingredientes nas mercearias locais. “Acho sensacional o que eles fizeram pelo bairro. Trouxeram vida e modernidade a um lugar que havia envelhecido”.

A gastronomia coreana que se instalou ali oscila entre a cozinha dos imigrantes e misturas inimagináveis. Há casas híbridas que oferecem feijoada e moqueca ao lado de pratos orientais. O conhecimento dos brasileiros sobre a comida da Coreia é escasso e se limita ao burgogui – espécie de churrasco na chapa, às vezes preparado à mesa, e que pode ser feito com carne de vaca, frango ou peixe, marinado em tempero agridoce.

Já nos restaurantes da comunidade, o que faz mais sucesso é o macarrão gelado e as caldeiradas – tipos de sopas variadas, feitas com peixe, fungos, carne ou legumes. As porções são generosas e as entradas, compostas por pequenos pratos – entre sete e nove -, oferecem sashimi (que em vez de shoyo acompanha um molho picante), salada de folhas de gergelim e outros legumes refogados que não fazem parte do nosso cardápio.

Em todas as refeições vai à mesa uma conserva de acelga e nabo temperados. “É o arroz com feijão coreano. Toda a família faz a sua”, explica Suzana Sho, do Seok Joung, que nasceu em São Paulo, mas formou-se em geografia no Canadá antes de entrar no mundo da comida. Ela e a mãe, Regina, cuidam da casa, a mais antiga do bairro, que já era coreana ao ser adquirida pela família em 2001.

Ao contrário de muitos comerciantes, Suzana fala um português perfeito e ajuda a traduzir certas expressões da mãe. O restaurante acabou por ser uma solução para as duas depois da morte do pai, que era conselheiro do consulado, jornalista e militante ativo nas organizações comunitárias. Entre a vida em Seul, Toronto e São Paulo, Regina já havia sido dona de floricultura, butique de noivas, lavanderia, loja de armarinhos e trabalhado em supermercado. Mas como sempre recebeu elogios por seus dotes culinários, resolveu acreditar neles.

No Seok Joung as estrelas do cardápio são os risotos (preparados em panela de pedra, que juntam carne, legumes, algas, raízes e ovos) e o macarrão de batata, o “nem myon”, servido de diversas maneiras. O contraste entre o doce e o picante caracteriza grande parte dos pratos e na mesma mesa é comum que haja frango, porco e peixe.

Decorados de maneira bastante simples, os restaurantes têm em comum, logo na entrada, uma pilha de jornais coreanos, impressos aqui e distribuídos gratuitamente. Dois são religiosos. A comunidade, que chegou dividida em várias levas migratórias, mantém os laços ao compartilhar certas atividades. A prática de golfe e tênis é quase obrigatória, assim como a frequência à igreja, católica ou evangélica. “A comunidade é muito conservadora e fechada”, diz Suzana, que, apesar de ter nascido aqui, tem um longo aprendizado “de como é difícil ser imigrante”.

Uma linguagem muito particular serve de comunicação entre cozinheiros e donos de restaurante. Muitos imigrantes, especialmente os mais recentes, falam pouquíssimas palavras de português. No Daré, por exemplo, Antonio Kim só consegue dizer que está há seis anos no Brasil quando um garçom entra na conversa para ajudar na tradução: “Brasil! Brasil! Quantos anos senhor mora?” – pergunta, gesticulando bastante, numa mistura de teatro e mímica.

O Daré oferece 25 pratos e o cozinheiro, José Maciel, que os prepara diariamente, só sabe identificar qual é qual pelos ideogramas. Ao olhar o cardápio, fica confuso diante das explicações escritas em português e procura os nomes nos caracteres orientais. “Decorei todos eles”, explica, depois. Cearense, aprendeu a cozinha coreana num restaurante da Aclimação e está nela há 14 anos. Nem por isso é grande apreciador dos pratos que prepara. “Não gosto, mas que opção eu tenho?” Se pudesse mudar, o que gostaria de fazer? “Ser patrão”, responde, sério. “Meu sonho mesmo é abrir uma pizzaria”.

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Os Sabores do Mundo

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Temperos e aromas de outros países, pertinho de casa
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edição Ana Holanda

Almoço coreano

Só de pensar na lenda, começo a suar frio: comida muita apimentada e fermentada. Kimchi, uma conserva de vegetais que está em todos os rankings de alimentos mais fe

didos do mundo. Muitas pequenas porções, para dividir com uma mesa cheia de gente conhecida. Sim, na última hora, apareceram bons amigos para compartilhar a empreitada. Chegamos ao restaurante: Seok Joung, no Bom Retiro, em São Paulo.

O bairro, que já foi referência para as colônias judaica e grega, hoje abriga imigrantes coreanos. Nas ruas, muitas placas em ideogramas, indecifráveis para meus olhos ocidentais. Felizmente, o menu tem tradução. Infelizmente, ela não ajuda muito, porque não dá para entender se os pratos são cozidos, assados e que ingredientes exatamente levam. Com exceção da minha mesa, todos os outros clientes são asiáticos. Usam-se palitinhos como na culinária japonesa, mas é diferente: na etiqueta coreana, são usados para empurrar a comida para a colher e para levar arroz à boca.

Quando chegam os pratos, um alívio: a ardência da pimenta está suave e saborosa e a comida é agradável. Arroz, conservas vegetais, peixe frito, churrasco picado na faca, frutos do mar, molhos agridoces, nomes impronunciáveis. Para beber, água e shochu, a tradicional aguardente de cereais coreana, que a mesa toda brinda em copinhos. Saúde! Ou Chukbae!, para entrar no clima e brindar em coreano.

Verônica Mambrini é jornalista em São Paulo e adora provar pratos diferentes